
terça-feira, 21 de abril de 2009
Sistemas de posicionamento para medição em tubagens - Dep.Engª Química UC

quarta-feira, 11 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Câmara de Faíscas e Raios Cósmicos - LIP
Os raios cósmicos que atingem a alta atmosfera terrestre são constituídos, principalmente, por protões de alta energia que se deslocam com velocidade elevada. À medida que se dirigem para a superfície da Terra colidem com átomos do ar, criando novas partículas. Estes choques produzem um “chuveiro cósmico”. Algumas destas partículas são paradas pela atmosfera, e para as detectarem os físicos elevam o seu equipamento em balões ou aviões. Outras partículas atingem o solo, como aquelas registadas na câmara de faíscas. Umas poucas penetram profundamente na Terra e são registadas por detectores subterrâneos ou colocados no oceano.
Passam alguns raios cósmicos por segundo através do teu corpo, estejas onde estiveres. Na câmara de faíscas – cada flash é a trajectória descrita por um raio cósmico.
A câmara de faíscas está cheia com uma mistura gasosa especial. Os raios cósmicos arrancam electrões dos átomos do gás. Esses electrões são acelerados em direcção a placas metálicas, dispostas em camadas dentro da câmara, dando origem a faíscas que são como pequenos relâmpagos ao longo do percurso do raio cósmico. Podemos assim visualizar facilmente a sua trajectória.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Robôs de Visão Binocular - ISR UC



terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Célula Cerenkov para raios cósmicos - IST
A maior parte destas partículas, muito abundantes à superfície da Terra (aproximadamente 1 por centímetro quadrado e por minuto), atravessam o volume de água a uma velocidade superior à da luz nesse meio, radiando uma luz azulada que é detectada por fotomultiplicadores existentes no topo do cilindro.
Podem-se assim fazer medições de fluxos de muões e da vida média do muão. A experiência encontra-se em fase de montagem e testes no Instituto Superior Técnico.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
GTR - Equipamentos de laboratório
O sistema de Fixação dos provetes, foi projectado e construído para uma máquina de tracção de pequenas dimensões, existente no laboratório (GTR). O sistema desenvolvido é de fácil adaptação aos apoios e modos de fixação da máquina de tracção. Esta nova montagem permite ainda a utilização simultânea do método do furo incremental, estando o provete a ser solicitado mecanicamente em tracção, além das medições de difracção de raios-X. No desenvolvimento deste equipamento foi dada principal atenção ao facto de se tentar diminuir ao máximo o efeito de momentos parasitas durante o carregamento.
O equipamento laboratorial foi construído baseado numa geometria que utiliza dois apoios centrais, entre os quais queremos que o provete se encontre em flexão pura, e dois apoios exteriores móveis, nos extremos do provete. A carga aplicada aos apoios móveis obriga o provete a deformar-se no centro, entre os apoios. Este tipo de montagem permite que o momento flector e consequentemente a deformação sejam constantes entre os apoios centrais.
Esta máquina de flexão 4-pontos têm como objectivo ser utilizada para a deformação de um provete de secção rectangular, que pode estar tratado superficialmente. Nestes casos, é possível utilizar o método de flexão 4-pontos assistido por difracção de raios-X para a caracterização mecânica destes materiais. Este método combina a técnica de determinação de tensões por difracção de raios-X com a extensometria eléctrica para determinar as deformações, estando o provete a ser solicitado mecanicamente em flexão. Pretende-se utilizar esta máquina em equipamentos portáteis tipo Set-X. Utiliza provetes com dimensões de 200x20x10 [mm] e permite medição do estado de tensão por DRX nas duas superfícies do provete.









